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Nvidia aproveita sucesso do 3D e foca na tecnologia para os PCs

| 24 de maio de 2010

Computadores 3D são a nova tendência do mercado.
Empresa vendeu 1,7 milhão de placas de vídeo em 2009.


nvidia 3D vision sorround
nvidia 3D vision sorround 
No cinema, a moda é ir assistir a filmes em 3D. Nos games, por conta do preço de se ter os equipamentos necessários, esta tecnologia ainda está um pouco distante. Mas isso não significa que as fabricantes de GPUs, ou placas de aceleração de vídeo, possam tentar entrar neste mercado, apresentando soluções para games e filmes em três dimensões.
A Nvidia, que já tem cinco anos de presença no Brasil, realizou nesta segunda-feira (24) um evento na cidade de São Paulo para apresentar esta tecnologia embarcada em seus novos produtos como as GPUs GeForce GTX480 e a GeForce GTX 470, lançadas há 15 dias. Já compatíveis com a plataforma DirectX 11 e, além do 3D e da grande velocidade de processamento, os produtos lançados há duas semanas tem foco no tesselation, que é a infusão de mosaicos nos polígonos dos games, permitindo maior qualidade no visual. O modelo 480 custa US$ 499.
“A GPU evoluiu muito e hoje é utilizada por artistas, arquitetos, médicos e cientistas para ajudar no processamento dos seus trabalhos”, disse Richard Cameron, presidente da Nvidia no Brasil. “São os supercomputadores na mão dos consumidores custando um décimo do preço”. Em 2009 foram vendidos 1,7 milhão de placas de vídeo GeForce no Brasil e elas estão em 45% dos PCs de mesa vendidos em território nacional, segundo a Nvidia.
Uma das preocupações da empresa, além de atender um público de 14,5 milhões de gamers brasileiros, segundo Cameron, a empresa quer trazer ao país a categoria de PC 3D, tendência nos Estados Unidos. “A Nvidia está se aproximando das fabricantes para oferecer ao consumidor computadores com placas de vídeo compatíveis com 3D, monitores full HD com taxa de 120 Hz, transmissores e óculos”, conta Cameron. “Assim, será possível assistir a filmes em Blu-ray, ver vídeos do Youtube e transmissões ao vivo e jogar games, tudo em 3D”.
O público gamer é o foco desta nova empreitada da Nvidia no mundo 3D. “Existem 400 jogos no mercado que são compatíveis com o 3D e 75% dos novos games de PC que chegarão ao mercado rodarão em três dimensões”, disse Bryan Del Rizzo, gerente de relações públicas da Nvidia. “O motor gráfico Unreal Engine 3 já possui código nativo para o 3D e ‘World of Warcraft’ será o primeiro game a ter suporte nativo ao 3D Vision, da Nvidia”.
A expectativa da empresa é que os PCs 3D tenham um aumento significativo das vendas em 2010. “Há mais conteúdo em 3D para o consumidor nos computadores hoje do que as emissoras de TV estão fornecendo”, afirma Del Rizzo. “Além disso, é muito mais barato comprar um kit com um monitor de LCD 3D, óculos e um transmissor do que uma TV, e seis dos dez fabricantes de monitores já estão oferecendo produtos com 3D embarcado.
Outro recurso para os gamers que a Nvidia apresentou no evento foi o 3D Vision Sorround. O sistema que também apresenta imagens em três dimensões é composto por três monitores de LCD que compõem uma imagem de 5760x1080 de resolução. “É o que mais de mais moderno para os games”, disse Cameron.
A empresa prometeu anunciar novos produtos na próxima semana, todos com foco na tecnologia 3D.

Fonte: G1

Google apresenta The WebM Project

| 23 de maio de 2010
Abaixo da briga entre Flash e HTML5 na área de vídeos online, uma outra se desenrola: a do CODEC dominante. Até ontem, dois brigavam mortalmente para se tornar padrão: H.264 e Ogg Theora.
O CODEC H.264 está na dianteira, com mais parceiros de peso, incluindo Microsoft e Apple. Do lado do Ogg Theora, apenas a Mozilla. O ponto de discórdia para a dona do Firefox é que o H.264, propriedade do consórcio MPEG-LA, embora atualmente isente usuários do pagamento de royalties, muito provavelmente passará a cobrá-los a partir de 2015.
The
 WebM Project.The WebM Project.
No meio dessa batalha, ontem o Google meteu o bedelho no meio e, num movimento já esperado, ontem anunciou o The WebM Project no Google I/O, um novo formato de vídeo para a Web baseado nos CODECs VP8 (fruto da tecnologia da On2, comprada pelo Google alguns meses atrás), Vorbis (áudio), extensões de arquivos e novos mime types, tudo dentro de um container baseado no Matroska. Detalhe: o formato é aberto, livre da cobrança de royalties.
O projeto não só é tecnicamente superior aos concorrentes, como já nasce com o apoio de mais de quarenta empresas, incluindo Mozilla, Google, Opera e Adobe. Sim: o Flash usufruirá dos benefícios do WebM. E o YouTube, que desde ontem já codifica todos os vídeos em alta definição (720p) no novo formato, paralelamente ao H.264. Mais um nome de peso? A Microsoft já anunciou que, embora o IE9 seja fundado no H.264, não fará objeções à utilização do VP8 no navegador desde que o CODEC esteja instalado no Windows.
As nighly builds do Firefox e Chromium já dão suporte ao WebM, bem como as versões de testes do Opera. Já tem gente dizendo que a guerra do CODEC dominante acabou. E você, o que acha?

Fonte: TechCrunch.

Opera também apoia Apple no futuro dos padrões da web sem Flash

| 6 de maio de 2010
Quanto mais o tempo passa, mais empresas envolvidas no progresso da web se voltam contra os planos da Adobe de apoiar o Flash Player a todo o custo para desenvolvimento. Depois da Microsoft, agora foi a vez da Opera de cutucar a desenvolvedora do plugin para dar maior atenção aos padrões da web abraçados pelo W3C, em vez de tentar instituir sua tecnologia proprietária como um padrão.
"Na Opera, dizemos que o futuro da web está nos padrões abertos da web, e o Flash não é uma tecnologia padrão para ela", disse Phillip Grønvold, analista de produto da empresa. "Como um container de vídeos, o Flash faz pouco sentido para uso de CPU, Wi-Fi, bateria, etc. Você pode cozinhar um ovo sobre aparelhos assim que começa a rodar Flash neles", brincou.
Apesar de a Adobe estar com um trabalho em andamento para aprimorar esse aspecto da sua tecnologia com aceleração de hardware, o analista da Opera lembra que muitos computadores e smartphones não a suportarão com sucesso (afinal de contas, ela exige um número seleto de GPUs para funcionar) e continuarão decodificando vídeos via software. Para piorar ainda mais a coisa, muitos handsets fora do Open Screen Project não contarão com o Flash Player de nenhuma maneira em relação aos smartphones mais modernos, impedindo que possam ter acesso a conteúdos baseados no plugin.
Se a Adobe continuar a insistir nas suas tecnologias como está fazendo hoje, Grønvold acredita que muitos outros entusiastas do progresso da web e dos dispositivos móveis começarão a criticá-la da mesma maneira. Até o momento, foram poucos os dispositivos móveis que surgiram com suporte definitivo ao Flash Player (se os restringirmos a tablets, a coisa é pior ainda) e, enquanto isso, o padrão HTML5 continua a ganhar atenção de usuários com a força imposta pela Apple, Mozilla e Opera? seja no mundo móvel ou não.
[via 9 to 5 Mac]

Skype cria chamadas de vídeo em grupo

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A versão beta do Skype a ser lançada na próxima semana traz uma novidade para aqueles que aproveitam o programa para conversas em grupo. O novo modelo do software passa a permitir chamadas de videoconferência para até cinco pessoas. A função recebe o nome de Group Video Calling, que pode ser traduzida como “chamada de vídeo em grupo”.
De acordo com o site Engadget, o recurso será inicialmente gratuito, mas o Skype pode começar a cobrar pelas chamadas em grupo ainda este ano. Outra novidade abordada pelo site são os novos planos programados para mais de 170 países.
Um novo serviço de assinatura deve proporcionar preços até 60% menores do que a compra de minutos individuais. A partir desta quinta-feira, 06/05, os planos já devem estar disponíveis para os países selecionados pela equipe do Skype. Os pacotes vão de 60 minutos até uso ilimitado, que pode ser mensal, trimestral ou até mesmo anual.
Os serviços de assinatura terão preços a partir de US$1,09. Em alguns planos, o valor do minuto da chamada pode chegar a menos de R$0,02. Apesar dos pacotes atuais, os usuários também poderão manter o sistema de compra antigo, por meio da compra de créditos de acordo com a necessidade.
Copiei do OlharDigital

Twitter lança app oficial para Android (mas só para os aparelhos mais recentes)

| 5 de maio de 2010


Aplicativo oficial do Twitter para Android. Isto é, para Android 2.1.

Depois de anunciar a compra de um dos mais populares clientes de Twitter para iPhone (o Tweetie) a fim de transformá-lo em um aplicativo oficial da plataforma, é a vez do Twitter fazer sua investida no Android. Através do blog do serviço foi anunciado hoje o aplicativo oficial do Twitter para a plataforma móvel do Google.

O aplicativo vem junto com uma grande integração do Twitter ao sistema operacional, permitindo, por exemplo, que se veja qual foi o último tweet de um dado contato que está sendo visualizado na agenda. E, é claro, o aplicativo faz todo o básico que se esperaria de um cliente de Twitter para Android: leitura de tweets, escrever respostas (replies), “favoritar” tweets, adicionar geotags, etc.

Porém (sempre tem que ter algum porém) o aplicativo só roda na versão 2.1 do sistema “ou superior” (coisa que ainda não foi lançada), ou seja, só uns dois ou três modelos de smartphone no mundo todo são compatíveis (como o Nexus One, por exemplo). Nenhum deles é oficialmente vendido no Brasil.


Como a atualização do Android fica por conta da operadora (ou fabricante), muitos proprietários ainda esperam ansiosamente para sair da versão 1.5 ou 1.6. Até há relatos do software funcionar em Milestones rodando Android 2.0, mas não se pode dar nada por garantido em casos como esse, no qual o desenvolvedor não considera a versão oficialmente suportada. A grande diversidade da plataforma Android é por um lado uma característica fantástica, mas essa fragmentação é o preço que ela cobra por isso.

Copiei do TecnoBlog

Twitter lançará recurso de tweets incorporados

| 4 de maio de 2010

Um novo post no blog Twitter Media sugere que vejamos em breve (amanhã, para ser mais exato!) na rede social de microblogging um lançamento de um recurso um tanto diferente: embeddable tweets (tweets incorporados, ou tweets embutidos).
A novidade é muito bem-vinda e se formos pensar, faz todo o sentido. Geralmente quando alguém quer citar um tweet em seu site ou blog, o mais comum é copiar e colar o tweet, tirar uma screenshot do mesmo, ou fazer um link levando o usuário à página do devido tweet. Esses são métodos que sempre usamos sem pensarmos duas vezes. Agora teremos algo melhor, muito melhor.
O post faz alusão a um artigo do blog ReadWriteWeb, que ao citar diversos tweets sobre a aquisição da Palm pela HP, teve que encher a página de imagens tiradas dos tweets. Isto não mais será necessário, já que através de um simples código, poderemos mostrar qualquer tweet em HTML ao invés de usar imagens. Genial, não?
Veja uma imagem abaixo de um tweet sendo mostrado através de um código embed:


Copiei do Inside Techno

Novo teclado virtual do Google

| 30 de abril de 2010



Google introduz teclado virtual para buscas em 35 línguas

Usuários destes idiomas terão maior facilidade para fazer pesquisas.
Empresa disponibilizou código para inserir sistema em sites.

Usuários do sistema de pesquisas do Google de línguas como grega, árabe, búlgara e outras 32 no mundo sofriam para tentar realizar uma busca no site. Isso porque as pesquisas por meio de texto feitas no endereço não foram desenvolvidas para tais idiomas.
Para facilitar a vida destes usuários, o Google lançou um teclado virtual, permitindo que se insiram tais ideogramas na barra de buscas – basta clicar na teclas para inserir o caractere. Quem está em um dos 35 países verá o ícone do pequeno teclado virtual no site.
Desse modo, também, é possível usar teclados “de verdade” em qualquer língua e fazer pesquisas no idioma nativo. O Google também disponibilizou o código para que o sistema possa ser integrado em outros sites.

google teclado virtualTeclado virtual auxilia nas buscas no Google. (Foto: Divulgação)


A lista completa de idiomas é: albanês, árabe, armênio, basco, bielorrusso, bósnio, búlgaro, catalão, croata, tcheco, finlandês, galego, georgiano, grego, hebraico, híndi, húngaro, islandês, cazaque, quirguiz, macedônio, malaio, mongol, persa, polonês, russo, sérvio, eslovaco, esloveno, sueco, tártaro, tailandês, turco, ucraniano e uzbeque.

Fonte: G1